Bons e maus governos e o futuro dos países

Maílson da Nóbrega já nos ensinou que o sucesso de um país se deve à sequencia de bons governantes (Veja artigo). Poderíamos acrescentar que isso não é só aplicável a um país. Vale também para estados, municípios e  até condomínios.  Um exemplo que podemos usar é o estado de penúria que o estado Rio de Janeiro viveu algumas décadas passadas, com empobrecimento e aumento da violência crescente, enquanto governantes ineficientes se mantinham no poder com artimanhas populistas.


Venezuela e Argentina passam hoje por situações que merecem atenção. Enquanto  governantes que se perduram no poder a população sofre de várias maneiras, com menos oportunidades e menos liberdade.

Mas afinal, o que seria um bom governo?

Existem muitas variáveis nessa questão, mas uma é conhecida. O governante, seja de qual idealismo for, mesmo que seja uma ditadura, tem que ter um projeto para o pais. Ou seja é função do governante ter um projeto para o pais. Pode até ser um projeto com ideologias discutíveis, mas é necessário ter um projeto para o país.

Maus governantes tem projetos apenas para sí próprios. Ora ligados á perpetuação do poder, ora ligados ao aproveitamento máximo do poder em benefício próprio. E muitas vezes com as duas coisas juntas.

Exemplos não faltam. Pense na Líbia, na gestão de kadaf. E o caso de Cuba? Seria justificável manter por tanto tempo uma ideologia, mantendo o povo na penúria. Os intelectuais brasileiros defendem o sistema cubano. Seu povo usufrui hoje de um padrão decente de vida? Fidel e seu partido fazem bom governo? Qual o projeto para Cuba?

O Brasil e os Bric usufruem hoje deum situação confortável graças ao acumulo de boas experiências. No Brasil, como nos lembra Mailson, mesmo a ditadura e Color trouxeram contribuições para o que país é hoje. Da ditadura surgiu a Embraer. De Color a abertura do pais para o exterior.

E o PT é hoje um bom governo para o Brasil?

Com certeza o PT tem méritos na atual situação do Brasil. Mão não os méritos totais. Muitas das coisas vieram de gestão anteriores. O principal mérito do PT foi dar continuidade às coisas boas. Mas na opinião deste autor houve condições externas que favoreceram, como o crescimento da China e o seu consumo por produtos que o Brasil tem a oferecer.

O Brasil poderia estar melhor? Difícil dizer. O que se sabe é que mudanças importantes deixaram de ser feitas que podem influenciar no futuro. Entre essas mudanças necessárias estão a reforma das leis trabalhistas e do sistema tributário.

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